Execução em Plena Música: Homem é Fuzilado com 15 Tiros Enquanto Tocava Cavaquinho em Bar na Zona Sul de Porto Alegre!
- Dr. Cláudio Cezar Freitas

- há 3 horas
- 2 min de leitura

🎶🔴 NOITE DE PAGODE TERMINA EM EXECUÇÃO: MÚSICO É METRALHADO COM 15 TIROS EM BAR NA ZONA SUL DE PORTO ALEGRE!
O que era para ser mais uma madrugada de música e descontração terminou em terror absoluto na Zona Sul de Porto Alegre. Um homem foi brutalmente executado com cerca de 15 tiros enquanto tocava cavaquinho em um bar lotado no bairro Glória, na divisa entre as zonas Sul e Leste da Capital.
A vítima foi identificada como Paulo Ricardo Fontoura Fraga, de 37 anos. Ele se apresentava com um grupo de pagode no tradicional Bar do Japa, na Avenida Professor Oscar Pereira, por volta de 0h15min desta segunda-feira, quando a música foi interrompida pelo som ensurdecedor dos disparos de pistola calibre 9 milímetros.
Segundo testemunhas, o assassino entrou no estabelecimento com frieza impressionante. Caminhou em direção ao palco improvisado, mirou diretamente em um dos integrantes da banda e abriu fogo diversas vezes, atingindo a vítima sem chance de defesa. O pânico tomou conta do local. Clientes correram, se jogaram no chão e gritaram em meio ao tumulto. Copos, cadeiras e instrumentos ficaram espalhados enquanto o desespero dominava a cena.
Após a execução, o atirador fugiu rapidamente. Um veículo o aguardava nas proximidades para garantir a escapada. A ação foi rápida, calculada e extremamente violenta — características que levantam suspeitas de crime premeditado.
Um policial militar que estava de folga e presenciou o ataque ainda tentou reagir. Houve troca de tiros, aumentando ainda mais o clima de guerra dentro do bar. Apesar da tentativa de captura, o criminoso conseguiu escapar. O PM não ficou ferido, e, por pouco, outros frequentadores também não foram atingidos. O que poderia ter sido uma chacina terminou com uma única vítima fatal — mas deixou marcas profundas em quem presenciou o horror.
A investigação está sob responsabilidade do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca imagens de câmeras de segurança e depoimentos para identificar o autor dos disparos e possíveis mandantes. Até o momento, ninguém foi preso.
De acordo com a Polícia Civil, Paulo Ricardo possuía antecedentes por disparo de arma de fogo, ameaça e posse de entorpecentes. Apesar disso, não constava como integrante de facção criminosa nos registros oficiais. O histórico, porém, revela que ele já havia sido alvo de uma tentativa de homicídio em 2019, no bairro Cascata — episódio que agora volta ao centro das investigações.
A execução em pleno show reacende o alerta sobre a escalada da violência na Capital. Um palco que deveria ecoar acordes de alegria transformou-se em cenário de sangue. A madrugada que prometia samba terminou marcada por tiros, sirenes e silêncio.
A pergunta que ecoa entre moradores e frequentadores é inquietante: quem foi o responsável por transformar música em tragédia — e qual era o verdadeiro alvo daquela rajada mortal?
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