🔹 CPMI do INSS adia para depois do Carnaval depoimento de Daniel Vorcaro
- Dr. Cláudio Cezar Freitas

- há 2 dias
- 4 min de leitura

O depoimento do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, inicialmente marcado para quinta-feira (5), foi adiado para depois do Carnaval. A nova data prevista é o dia 26, conforme informou o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), em entrevista concedida à imprensa nesta terça-feira (3). O reagendamento ocorreu após solicitação apresentada pelos advogados de Vorcaro.
Apesar do adiamento, o senador fez um alerta claro: caso o banqueiro não compareça na data marcada, a CPMI poderá solicitar sua condução coercitiva. Daniel Vorcaro é alvo de investigação da Polícia Federal por suspeitas de fraudes envolvendo operações do Banco Master, especialmente na concessão de empréstimos consignados a aposentados e pensionistas.
Segundo Carlos Viana, o depoimento será fundamental para esclarecer a existência de cerca de 250 mil contratos de empréstimos consignados que estavam na carteira do Banco Master e que acabaram suspensos pelo INSS. A suspensão ocorreu, de acordo com o senador, pela ausência de documentação que comprovasse de forma efetiva a regularidade dos contratos e a anuência expressa dos beneficiários. A CPMI busca entender como esses contratos foram firmados, quais falhas ocorreram nos mecanismos de controle e se houve conivência ou negligência por parte de agentes públicos e privados.
Por estar atualmente em prisão domiciliar, Daniel Vorcaro deverá ser transportado até Brasília sob custódia da Polícia Federal para prestar depoimento. O presidente da CPMI ressaltou que todos os direitos constitucionais do depoente serão assegurados, incluindo o direito à não autoincriminação, o acompanhamento por advogados e o tratamento digno durante todo o procedimento.
Enquanto o depoimento de Vorcaro foi adiado, está mantida para esta quinta-feira a oitiva do presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior. A reunião está prevista para começar às 9h. De acordo com Viana, o dirigente deverá detalhar as medidas adotadas pelo órgão durante sua gestão, avaliar a eficácia dos controles internos implementados e esclarecer como se deu a apuração de responsabilidades administrativas no âmbito da atual administração do instituto.
O senador também comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal que manteve um habeas corpus impedindo o depoimento do empresário Maurício Camisotti na CPMI. Viana lamentou a medida, afirmando que a comissão considera essencial ouvir Camisotti, empresário do grupo Total Health, convocado após a apresentação de oito requerimentos, inclusive um de autoria do próprio presidente da CPMI.
Segundo o parlamentar, Camisotti deveria ser ouvido em razão de seu suposto envolvimento em esquemas de fraude e lavagem de dinheiro. Ele é apontado como sócio oculto da Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (Ambec), entidade que teria arrecadado cerca de R$ 178 milhões entre 2019 e 2024 por meio de descontos indevidos aplicados diretamente na folha de pagamento de aposentados e pensionistas.
Apurações da Controladoria-Geral da União indicam que muitos dos beneficiários afetados sequer tinham conhecimento de que estavam filiados à associação, o que reforça as suspeitas de irregularidades. A CPMI segue trabalhando para apurar responsabilidades, identificar falhas sistêmicas e propor medidas que evitem novos prejuízos a aposentados e pensionistas do INSS.
O depoimento do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, inicialmente marcado para quinta-feira (5), foi adiado para depois do Carnaval. A nova data prevista é o dia 26, conforme informou o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), em entrevista concedida à imprensa nesta terça-feira (3). O reagendamento ocorreu após solicitação apresentada pelos advogados de Vorcaro.
Apesar do adiamento, o senador fez um alerta claro: caso o banqueiro não compareça na data marcada, a CPMI poderá solicitar sua condução coercitiva. Daniel Vorcaro é alvo de investigação da Polícia Federal por suspeitas de fraudes envolvendo operações do Banco Master, especialmente na concessão de empréstimos consignados a aposentados e pensionistas.
Segundo Carlos Viana, o depoimento será fundamental para esclarecer a existência de cerca de 250 mil contratos de empréstimos consignados que estavam na carteira do Banco Master e que acabaram suspensos pelo INSS. A suspensão ocorreu, de acordo com o senador, pela ausência de documentação que comprovasse de forma efetiva a regularidade dos contratos e a anuência expressa dos beneficiários. A CPMI busca entender como esses contratos foram firmados, quais falhas ocorreram nos mecanismos de controle e se houve conivência ou negligência por parte de agentes públicos e privados.
Por estar atualmente em prisão domiciliar, Daniel Vorcaro deverá ser transportado até Brasília sob custódia da Polícia Federal para prestar depoimento. O presidente da CPMI ressaltou que todos os direitos constitucionais do depoente serão assegurados, incluindo o direito à não autoincriminação, o acompanhamento por advogados e o tratamento digno durante todo o procedimento.
Enquanto o depoimento de Vorcaro foi adiado, está mantida para esta quinta-feira a oitiva do presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior. A reunião está prevista para começar às 9h. De acordo com Viana, o dirigente deverá detalhar as medidas adotadas pelo órgão durante sua gestão, avaliar a eficácia dos controles internos implementados e esclarecer como se deu a apuração de responsabilidades administrativas no âmbito da atual administração do instituto.
O senador também comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal que manteve um habeas corpus impedindo o depoimento do empresário Maurício Camisotti na CPMI. Viana lamentou a medida, afirmando que a comissão considera essencial ouvir Camisotti, empresário do grupo Total Health, convocado após a apresentação de oito requerimentos, inclusive um de autoria do próprio presidente da CPMI.
Segundo o parlamentar, Camisotti deveria ser ouvido em razão de seu suposto envolvimento em esquemas de fraude e lavagem de dinheiro. Ele é apontado como sócio oculto da Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (Ambec), entidade que teria arrecadado cerca de R$ 178 milhões entre 2019 e 2024 por meio de descontos indevidos aplicados diretamente na folha de pagamento de aposentados e pensionistas.
Apurações da Controladoria-Geral da União indicam que muitos dos beneficiários afetados sequer tinham conhecimento de que estavam filiados à associação, o que reforça as suspeitas de irregularidades. A CPMI segue trabalhando para apurar responsabilidades, identificar falhas sistêmicas e propor medidas que evitem novos prejuízos a aposentados e pensionistas do INSS.
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