Escândalo em Canoas: Médico é Preso por Suspeita de Estupro de Vulnerável Dentro de Hospital
- Dr. Cláudio Cezar Freitas

- há 6 dias
- 2 min de leitura

Um cirurgião plástico de 73 anos foi preso na última sexta-feira, 20 de fevereiro, no município de Campo Bom, na região do Vale do Sinos, suspeito de cometer estupro de vulnerável contra uma adolescente de 12 anos. O crime, conforme apurado pelas autoridades, teria ocorrido em novembro do ano passado, durante atendimento realizado em um hospital público de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Canoas, a adolescente foi levada à unidade hospitalar após sofrer um acidente doméstico que resultou em um corte no braço. A família buscou atendimento médico emergencial, sem imaginar que a situação poderia se transformar em um caso de polícia. Ao chegar ao hospital, o médico teria se apresentado como cirurgião plástico responsável pelo atendimento da jovem, assumindo a condução do procedimento.
Segundo relato colhido no inquérito, durante o atendimento o profissional teria feito comentários considerados inapropriados e de cunho inadequado para a situação clínica. Além disso, a investigação aponta que o suspeito teria tocado a vítima em partes do corpo que não apresentavam qualquer lesão ou necessidade de avaliação médica, o que levantou suspeitas quanto à conduta adotada. A adolescente relatou desconforto e estranhamento com a postura do médico ainda no momento do atendimento.
A Polícia Civil também apura indícios de que o investigado pudesse estar sob efeito de álcool no momento dos fatos. Informações preliminares indicam que havia sinais de possível embriaguez, circunstância que, se confirmada, poderá agravar ainda mais a situação jurídica do suspeito.
O histórico do profissional também é alvo de análise. Conforme informado pelas autoridades, o médico possui antecedentes por crimes sexuais supostamente praticados no exercício da profissão e já responde a outros processos com acusações semelhantes. Em 2021, ele chegou a ser preso preventivamente por decisão judicial, com fundamento na garantia da ordem pública e na necessidade de proteger possíveis vítimas. Na ocasião, a medida foi adotada diante da gravidade das denúncias e da reiteração de condutas investigadas.
A nova prisão reacende o debate sobre mecanismos de fiscalização e controle no ambiente hospitalar, especialmente quando envolve atendimento a menores de idade. Especialistas destacam a importância de protocolos rígidos, presença de acompanhantes e canais seguros de denúncia para evitar situações de vulnerabilidade dentro de instituições de saúde.
O inquérito segue em andamento na Polícia Civil. A Delegacia responsável continua ouvindo testemunhas, analisando prontuários médicos e reunindo elementos técnicos que possam confirmar a dinâmica dos fatos. O caso corre sob sigilo para preservar a identidade da vítima, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente.
As autoridades reforçam que denúncias de violência contra crianças e adolescentes podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais, contribuindo para a proteção de vítimas.
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